Não. Uma hérnia pode aparecer na ressonância sem ser a causa dos sintomas. Para decidir se ela importa, comparamos a imagem com o que a pessoa sente, o exame e a evolução do problema.
Alguns sinais mudam a prioridade. Entre eles estão perda de força importante ou que está piorando; dificuldade nova para controlar a urina ou as evacuações; perda de sensibilidade na região genital; febre junto com dor na coluna; trauma importante; ou dor em alguém com história de câncer, quando existe preocupação de que as duas coisas possam estar relacionadas. Nessas situações, não é adequado simplesmente esperar para ver se melhora.
Sim. A grande maioria das cirurgias de coluna que realizamos é feita em Nova Prata. Muitas dessas cirurgias não precisam de UTI nem de uma estrutura hospitalar de alta complexidade. Quando um caso exige recursos que não estão disponíveis localmente, indicamos outro serviço. A decisão depende do que aquela cirurgia realmente exige.
Não. Uma técnica nova não é melhor para todo mundo. Primeiro é preciso saber se a cirurgia pode ajudar. Só depois faz sentido escolher a forma de realizá-la.
Dor que continua por semanas ou meses, dor nas costas ou no pescoço, dor causada por nervos, neuralgias, dor depois de uma cirurgia e outros problemas de dor prolongada. Na consulta, tentamos entender como começou, o que já foi tentado e quanto está atrapalhando.
Não. Muitas pessoas são tratadas sem nenhum procedimento. Medicamentos, movimento, fisioterapia ou outras formas de reabilitação e acompanhamento podem ser suficientes. Bloqueios e infiltrações são usados quando existe um motivo claro para fazê-los.
Pode haver algum desconforto durante a aplicação. Isso varia conforme o local, o procedimento e a sensibilidade de cada pessoa.
Pode servir para as duas coisas. Alguns bloqueios são feitos para diminuir a dor; outros também ajudam a descobrir se determinada estrutura participa dos sintomas.
Não. Existem vários tipos de dor de cabeça. A forma como a dor começa, quanto tempo dura, quantas vezes acontece e o que vem junto ajuda a entender de que tipo de dor estamos falando.
Sim. A enxaqueca pode vir acompanhada de enjoo, incômodo com luz, sons ou cheiros, tontura, alterações visuais e outras sensações. Algumas pessoas sentem dor ou rigidez no pescoço, cansaço, irritabilidade, dificuldade para se concentrar ou mudanças no sono antes ou junto da crise. Depois da crise, pode ficar uma sensação de “ressaca”, cansaço ou lentidão. E algumas pessoas também percebem alguns desses incômodos entre uma crise e outra. Isso não significa que qualquer sintoma deva ser colocado automaticamente na conta da enxaqueca.
Quando existe uma mudança importante em relação ao padrão habitual. Uma dor que começou de forma súbita e muito intensa, sintomas neurológicos novos ou outras características incomuns podem precisar de uma investigação diferente antes de concluir que se trata apenas de enxaqueca. Se alguma coisa não combina com a explicação que você recebeu, vale dizer isso na consulta. Talvez seja preciso olhar aquela parte novamente.
Não. Existe tratamento para a crise e, quando necessário, tratamento para diminuir a frequência ou a intensidade das crises. Muitas pessoas usam as duas estratégias.
Não. É possível roncar sem ter apneia. Pausas na respiração, sono que não descansa e sonolência durante o dia ajudam a decidir se é necessário investigar.
Não. Problemas diferentes de sono precisam de investigações diferentes. A polissonografia ajuda em algumas situações e não é necessária em outras.
Sim. Em algumas pessoas, podemos usar um teste domiciliar para apneia do sono, chamado poligrafia respiratória tipo III. Ele registra informações sobre a respiração e a oxigenação durante a noite. Não é uma polissonografia completa e não registra os estágios do sono. Em outras situações, a polissonografia em laboratório é o exame mais adequado.
No começo pode haver incômodo com a máscara, pressão do ar, vazamentos ou ressecamento. Muitas dessas dificuldades melhoram com uma máscara adequada e ajustes do aparelho.
Não. O que chama mais atenção é uma mudança em relação a antes, principalmente quando começa a atrapalhar tarefas habituais. Sono, medicamentos e outros problemas de saúde também podem afetar a memória.
Quando alguma coisa realmente mudou. Pode ser a própria pessoa que percebe. Mas muitas vezes é a família que começa a notar primeiro: perguntas repetidas; dificuldade com dinheiro ou medicamentos; confusão em tarefas antes simples; perda de orientação; mudanças na conversa; ou mudança no comportamento. Quanto mais isso interfere na vida diária ou vai piorando com o tempo, mais importante é entender o que está acontecendo.
Não. Os testes são apenas uma parte. Também importa saber o que mudou, quando começou, como a pessoa está no dia a dia e o que a família percebeu.
Não necessariamente. Esses episódios podem ter diferentes causas, e uma única crise não significa automaticamente epilepsia. Primeiro precisamos entender exatamente o que aconteceu.
Porque a própria pessoa pode não lembrar de tudo. Quem estava perto pode contar detalhes importantes e, quando existe um vídeo feito com segurança, ele também pode ajudar.
Não. Quando o EEG é necessário, ele é realizado em outro serviço. A clínica também não realiza cirurgia de epilepsia; casos que precisam de recursos mais especializados são encaminhados.
Não necessariamente. O problema pode estar no punho, no cotovelo, no pescoço ou em outro ponto do nervo. O lugar onde o sintoma aparece é uma pista, mas não dá a resposta sozinho.
Não. Alguns casos podem ser acompanhados ou tratados sem cirurgia. A decisão depende de qual nervo está envolvido, há quanto tempo existem sintomas e, principalmente, se o nervo está começando a perder função. Perda de força ou atrofia muscular merece atenção especial. Quando a cirurgia é indicada, é importante explicar o que esperamos recuperar ou preservar e também o que talvez não volte completamente ao normal.